segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O Nó (Ilustração)

Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a professora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-lhes, também, que se fizessem presentes ao máximo de tempo possível. Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempo para se dedicar e entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem vê-lo durante a semana. Quando ele saia para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou ainda que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Depois ele dava um nó na ponta do lençol para que o filho soubesse da sua presença. Quando o filho acordava e via o nó sabia que o pai estivera lá e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada e surpresa quando constatou que o filho desse homem era um dos melhores alunos da escola.
Aquele pai havia encontrado uma maneira simples, mas eficiente de se comunicar com seu filho, pois aquele gesto simples valia muito mais para aquele filho do que presentes ou desculpas sobre não ter tempo para lhe dar atenção.


E você, papai, que gesto tem feito para o seu filho perceber que você o ama?
Pais, que todos os gestos e palavras façam o seu filho ou filha sentir que seu amor por ele ou por ela não tem limites.


"Ainda que eu falasse as linguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor seria como o metal que soa ou como o sino que tine." (I Corintios 13.10)
(Extraído)

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