segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

FÁBULA DE NATAL (Ilustração)

Certo homem, chamado Mogo, considerava o Natal uma festa sem o menor sentido. Segundo ele, a noite de 24 de Dezembro era a mais triste do ano porque várias pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou da pessoa querida que havia morrido naquele ano.
 Mas Mogo era um homem bom. Procurava ajudar ao próximo e era honesto nos negócios. Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem tão ingênuas a ponto de acreditar que um Deus havia descido a Terra só para consolar os homens. Para ele, essa história era irreal.
 Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e filhos se preparam para ir a igreja. E, como de costume, Mogo resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo: Seria hipocrisia da minha parte acompanha-los. Estarei aqui esperando a volta de vocês.
 Quando a família saiu, Mogo sentou-se em sua cadeira preferida, acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia. Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro e mais outro. Achando que era alguém jogando bolas de neve, Mogo pegou o casaco e saiu, na esperança de dar um susto no intruso.
 Assim que abriu a porta, notou um bando de pássaros que haviam perdido  seu rumo por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve. Como tinham notado a casa aquecida, tentarem entrar, mas, ao se chocarem com o vidro, machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando elas estivessem curadas.
 "Não posso deixar essas criaturas aí fora", pensou Mogo. "Mas, como ajudá-las?"
 Mogo foi até a porta de sua garagem, abriu-a e acendeu a luz. Os pássaros, porém, não se moveram. "Elas estão com medo," pensou Mogo. Então, entrou em casa, pegou pão e fez uma trilha até a garagem aquecida. Mas a estratégia não deu resultado. Então Mogo tentou conduzi-los carinhosamente, mas os pássaros ficaram nervosos e começaram a se debater e andando sem direção pela neve, gastando inutilmente o pouco de força que ainda possuíam. Mogo já não sabia o que fazer.
 _ Vocês devem estar me achando uma criatura aterradora. "Será que não entendem que podem confiar em mim?" Desesperado gritou. _ Se eu tivesse uma chance de me transformar em pássaro só por alguns minutos, vocês veriam que eu estou realmente querendo salvá-los!
 Neste momento, o sino da igreja tocou e, um dos pássaros  transformou-se em anjo e perguntou a Mogo: _  Agora você entende por que Deus precisava transformar-se em homem? 
 E ajoelhando-se na neve, chorando, Mogo respondeu: _ Agora eu entendo, Jesus veio como homem e viveu como um de nós para que compreendêssemos que Ele nos ama verdadeiramente.


"Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim."
(João 14.6)
(Extraído)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O GATO E OS RATOS (Ilustração)




Havia uma casa completamente cheia de ratos. Um gato soube disso e foi até lá e, pouco a pouco, ia devorando os ratos. Mas eles, vendo que estavam sendo caçados rapidamente, resolveram ficar escondidos em suas tocas.
Não podendo pagá-los, o gato planejou uma armadilha para que eles saíssem. Subiu no alto de uma viga, e deitado nela se fingiu de morto.
Porém, um dos ratos apareceu, o viu e lhe disse:
_ Escuta aqui, amiguinho: Mesmo que você fosse um saco de farinha eu não me aproximaria de você.
Moral da história: Os malvados, quando não podem ferir suas vítimas diretamente, procuram um truque atraente para fazer isso. Tome sempre muito cuidado com o muito lindo e atraente que lhe oferecem.


A atitude do gato dessa fábula representa bem o comportamento do diabo, pois ele raramente se apresenta de maneira feia ou assustadora quando quer destruir a vida de uma pessoa.
Ele vem sorrateiramente, sem dar alarde de sua chegada, com o objetivo de matar, roubar e destruir todas as pessoas, pois ele odeia o ser humano, por isso luta incessantemente para nos fazer sofrer, e principalmente para nos fazer desistir de seguir o caminho da salvação.
Por isso, fique atento; ore sempre; peça ao Senhor que o livre das tentações e das investidas do inimigo; e, acima de tudo seja prudente nas suas atitudes.


"Revesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo." (Efésios 6.11)
(Extraído)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O Lobo E A Cegonha (Ilustração)

Comer, comer, comer. O lobo adorava comer. Um dia, depois de devorar uma galinha, ficou com um osso entalado na garganta. Nem gritar para pedir ajuda conseguia. Estava no maior sufoco, quando apareceu uma cegonha. As cegonhas são, por natureza, boas e prestativas. Adoram ajudar os outros. vendo o lobo naquela aflição, ela sentiu tanta compaixão que esqueceu que os lobos são loucos por aves.
_ coitado... Preciso ajudá-lo a se livrar desse osso ou ele morrerá sufocado _ disse.
Com seu bico comprido, a cegonha tirou o osso da garganta do lobo como se pescasse um peixe no lago.
_ Ah, finalmente estou livre daquele osso maldito! Nunca mais vou comer galinhas tão novinhas... _ disse o lobo, sem dar a mínima para a cegonha.
_ Se você quiser me recompensar, eu também estou precisando de um pequeno favor..._ disse a cegonha.
_ Mas que petulância! Dê-se por feliz de estar viva. A poucos segundos eu poderia ter arrancado o seu pescoço! _ respondeu o lobo.


 Há muitas pessoas semelhantes ao lobo desta fábula, que não agradecem a ajuda recebida.
Entretanto, deixemos de lado a atitude dessas pessoas ingratas para analisarmos o caráter da cegonha que, na verdade, ilustra a natureza de todos nós, pois dificilmente prestamos um favor a alguém sem esperar agradecimentos. Mesmo quando pensamos que estamos ajudando o outro somente por amor, sentimos sim, a nessecidade de ouvir ao menos um "obrigado."
Talves agora você esteja pensando: "Ah, eu não sou assim, toda a ajuda que dou a  alguém é sempre com desprendimento, nunca espero retorno, nem agradecimento."
No entanto, quantos de nós já falamos ou pensamos: "É... o ajudei tanto e não recebi nem sequer um obrigado."
Esse nosso caráter precisa ser modificado para que possamos praticar o verdadeiro amor, aquele que Jesus nos ensinou: " Amai a vossos inimigos, fazei o bem aos que vos aborrecem".(Lucas 6.27), pois somente assim conseguiremos ajudar quem, supostamente, não merece nossa ajuda
 Você acha muito difícil agir dessa maneira? Então, ore ao Senhor, porque Ele é o único capaz de modificar o nosso caráter. Mas, além de orar coloque em prática a sua transformação.
É difícil, não é irmão? Mas, esse deve ser o caráter de um cristão.
(Extraído)