terça-feira, 30 de março de 2010

"JESUS CRISTO RESSUSCITOU!"





(túmulo de Jesus)


O sacrifício de Jesus pelo ser humano inicia-se no Jardim do Getsêmani, localizado no Monte das Oliveiras.



" Não seja como eu quero, e sim como tu queres." (Mateus 26.39)


"E, saindo, foi, como de costume, para o Monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam." (Lucas 22.39)



O intenso stress emocional sofrido por Jesus provocou o rompimento das finas veias capilares nas glândulas sudoríparas, transformando o suor em gotas de sangue


- Este fenômeno raríssimo causa fraqueza e choque.


"E, estando em agonia, orava mais intensamente. E, aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lucas 22.44)


Quando Jesus falava com os apóstolos no Jardim Getsêmani, Judas, o traidor, chegou com soldados que o levaram perante o Sumo Sacerdote e o humilharam.



"Os que detinham Jesus zombavam dele, davam-lhe pancadas e...(Lucas 22.63)



Na manhã seguinte, desidratado, com o corpo repleto de hematomas e exausto
por não ter dormido, Jesus é levado para Jerusalém, onde é julgado e condenado.


"Eles, porém, mais gritavam: Crucifica-o! Crucifica-o!" (Lucas 22.21)


"Então, Pilatos decidiu atender-lhes o pedido." (Lucas 23. 24)


Jesus é amarrado a um poste e é espancado com um chicote feito com várias tiras de couro com duas pequenas bolas de chumbo amarradas na ponta de cada tira.


Quando chicoteiam Jesus, o couro corta a pele, transformando-a em tiras, depois as veias são rompidas, causando hemorragia arterial de vasos da musculatura, enquanto as bolas de chumbo produzem profundos hematomas, que se rompem com as subsequentes chibatadas. As costas de Jesus se transformam numa área irreconhecível de massa de tecido ensangüentado.


Então, Jesus é desamarrado e lhe é permitido deitar-se no pavimento de pedra molhado com seu próprio sangue.



"Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado." (Mateus 27. 31)



Antes de chegar ao Calvário os soldados romanos colocam na cabeça de Jesus um galho flexível, recobertos de longos espinhos em forma de coroa. Neste instante há uma hemorragia intensa. Depois disso os soldados debocham de Jesus, e, após caçoarem dele e baterem em sua face, batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Logo depois, eles tiram o manto que haviam colocado sobre as costas de Jesus, todavia, o manto já estava grudado nas feridas, por isso Jesus sente uma dor cruciante, como se estivesse apanhando outra vez, e as feridas novamente começam a sangrar.


Jesus, sendo Deus, e isto é uma afirmação incontestável, poderia ter evitado este terrível sofrimento, que era a morte de cruz, no entanto, preferiu ser crucificado, a fim de nos livrar da morte.


" Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único Filho, para que todo aquele que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna." (João 3 .16)


Jesus começa sua jornada em direção ao calvário carregando a cruz, e, apesar do esforço, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue é muito para Ele, que tropeça e cai. Então lascas de madeira entram na pele dilacerada e nos músculos de seus ombros.


Ele tenta levantar mas não consegue. Neste momento, o centurião que conduz Jesus ao Calvário escolhe um homem chamado Simão para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando e suando frio; até que a horrenda caminhada chega ao final quando o despem, deixando em seu corpo somente um pedaço de pano que era permitido aos judeus.


A crucificação é iniciada, e a Jesus é oferecido vinho com mirra, uma mistura para aliviar a dor, porém ele não aceita. Então, Jesus é rapidamente jogado de costas com seus ombros contra a madeira. Os soldados procuram a depressão entre os ossos do seu pulso e batem com um prego quadrado. A barra de cruz é levantada, e sobre o topo, a inscrição onde se lê:" Jesus de Nazaré Rei dos Judeus." O martírio continua: O pé direito é precionado contra o pé esquerdo, e um prego é martelado atravessando os pés, deixando os joelhos levemente flexionados e terminando o processo da crucificação.



Calvário - O cair da tarde sobre o Filho de Deus pregado na cruz por nossos pecados.

Jesus, agora crucificado, continua padecendo para nos livrar da morte: Ele se abaixa e com o peso sobre os pregos dos pulsos uma terrível dor passa pelos dedos e braços, explodindo no cérebro. E ao tentar aliviar a dor Ele se força os pés para ser impulsionado para cima, porém esse movimento desencadeia uma terrível dor por causa dos pregos colocados entre os metatarsos dos seus pés.

Neste momento, por causa dos esforços, grandes cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor e impedindo movimentos para cima, pois os peitorais ficam paralisados e os músculos intercostais incapazes de agir. o ar pode ser aspirado para os pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar, a fim de tomar fôlego. Finalmente, dióxido de carbono é retido nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente Ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegue falar:

" Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sorte." (Lucas 23.34)


Horas de profunda agonia: Dores limitantes, ciclos de contorções, cãibras nas juntas, asfixia parcial intermitente, intensa dor causadas pelas lascas afiadas nos tecidos de suas costas dilaceradas. Então surge uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o seu coração.

Agora está quase acabado - a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico - o coração comprimido se esforça para bombear sangue grosso e pesado aos tecidos; os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar; os tecidos, marcados pela desidratação, mandam estímulos para o cérebro. Jesus pronuncia as últimas palavras:

" Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito ! E, dito isto expirou." (Lucas 23.46)

"... para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber o diabo." ( Hebreus 2.14b)


"Pedro, porém, levantando-se, correu ao sepulcro. E , abaixando-se, nada mais viu, senão os lençóis de linho; e retirou-se para casa, maravilhado do que havia acontecido." (Lucas 24.12)


"Ele não está aqui: ressuscitou como tinha dito. (Mateus 28.6)


"Verdadeiramente este era o Filho de Deus ! ( Mateus 27.54d)

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